“Às vezes é preciso diminuir a barulheira, parar de fazer perguntas, parar de imaginar respostas, aquietar um pouco a vida para simplesmente deixar o coração nos contar o que sabe. E ele conta. Com a calma e a clareza que tem.” — Caio Fernando Abreu.
“– Como está?
– Morto.
– Ainda te vejo.
– Morri por dentro.
– Como?
– Aos poucos.
– E como é?
– O quê?
– Morrer.
– Pior do que você imagina. E, além de tudo tenho que fingir que estou vivo. Essa é a parte mais complicada!”